Pois é, Jhony! rs A gente se conhece virtualmente há menos de um ano lá no Dears, e você já conseguiu perceber esse meu lado quase obsessivo. Claro que isso não foi muito difícil, foi? Inicialmente eu devo ter enchido a paciência de vocês com a música "Quando fui chuva" da Maria Gadu, ou com a minha (ou melhor, nossa, né Ju?) paixão super hiper mega exagerada pelo homem mais fofo de todos os tempos - óbvio que vocês sabem que falo de Mr. Darcy, especialmente o interpretado pelo Matthew Macfadyen. E, agora que entrei de cabeça para o "Exército Azul", acho que só confirmei suas suspeitas. Devo ter um parafuso a menos, né? rs Mas, enfim, sou realmente assim como você disse, quando gosto, gosto mesmo. O problema é que ser desse jeito em todos os aspectos da vida, meu caro amigo, nem sempre é legal, principalmente se o aspecto em questão envolver outras pessoas. É exatamente aqui que o bicho pega! rs
Quando gosto de uma música, sendo meio maluquete como sou, o máximo que pode me acontecer é enjoa-la depois de ouvi-la milhares de vezes. Mas até que isso aconteça, seee acontecer, tenho certeza que ela vai me acompanhar, vai estar comigo, onde quer que eu esteja. Ela, música, vai me dar prazer, vai fazer com que me sinta bem, embora algumas vezes também me traga sentimentos que, bem... A música vai me entreter - ainda que eu a troque por outra, porque eu vou trocá-la, acredite! - e, no futuro, quando eu a ouvir por acaso, sei que vou sentir novamente tudo o que ela, no passado, despertou no meu coração. Vou rir ou chorar, talvez, mas vou me dar conta que apesar do meu esquecimento, e do meu abandono, ela, música, vai estar sempre pronta pra me fazer sentir... Viver!
Já se eu gostar de uma pessoa, eu também vou gostar mesmo, mas aí esse sentimento - qualquer que seja a conotação dele - vai ser uma espécie de tiro no escuro. Que garantias eu terei a respeito do que se passa no coração do outro? Que certezas posso ter sobre o sentimento que desperto nas outras pessoas? Nenhuma, pelo menos não antes de um boooom tempo de convivência. E até quando esse existe, algumas coisas desagradáveis terminam por estragar tudo. Esse pensamento é um tanto pessimista, eu reconheço, mas por mais que eu veja o mundo por lentes cor de rosa, confesso que vejo a realidade dele. Uma realidade que machuca, dói. Por isso te respondi lá no Dears que o equilíbrio é sempre mais saudável. O gostar simplesmente... - sem os exageros dos repeats se o assunto for música e, principalmente, sem o erro do apego se falarmos de pessoas. É essa a minha busca!
Ps: só pra constar, de vocês, os Dears, eu gosto e gosto mesmo, ta? rs
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"Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada." - Tati Bernardi
"Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada." - Tati Bernardi
6 comentários:
Eeee laiá, vamos lá "Gemear" em mais algumas coisas...
Concordo com tudo o que você falou Malu. O amor por Darcy é a lente mais cor de rosa de todas as que usamos. Porque ele representa aquele tipo de amor que a gente quer ter, aquela dedicação e devoção que a gente fica sonhando que quem sabe, um dia, talvez a gente encontre por aí. O que não nos impede de enxergar que o mundo à nossa volta não é bem assim.
Aí vem uma música (a minha no momento é Belle e Sebastian - There's Too Much Love - do filme Hoje Eu Quero Voltar Sozinho), que toma conta da nossa mente e do coração e nos faz colocar no "repeat" e tocar 200 vezes e pegar a letra e tentar cantar e aprender os versos e assoviar a melodia atééé a gente enjoar.
Entrei recentemente para o exército azul e baixei todas as músicas disponíveis e elas estão aqui, só esperando para se tornarem minha nova mania.
Aí chega na parte complicada. Gostar de pessoas. E gostar MESMO dessas pessoas.É ...complicado. Até hoje gosto de pessoas que há tempos não existem mais. Gosto do que um dia eles foram e das lembranças que ficaram, gosto daquilo que hoje eles não são mais...
Enfim Malu, creio que somos mais gêmeas do que podemos supor.
E eu gosto MESMO disso também! :)
Aproveito para deixar um beijo para todos os Dears e dizer que esse foi o melhor encontro (Ainda que não tenha sido cara a cara) que a Internet já me proporcionou!
Amei o texto Malu!
Bjoooooo
Aaaaah, Ju! Adoro seus comentários, adoro constatar a cada passagem sua por aqui, que o fato de sermos gêmeas diminui um pouco a sensação de estar sozinha no meio desse caos que são, as vezes, os meus sentimentos! Somos parecidas sim, e encontrar você e os Dears foi também um presente especial que a internet me trouxe! :)))
Obrigaaaadaaaa, e espero você, a Deh, e os demais aqui em casa o mais rápido possível, ta?
Beijoooo!
Malu, compartilho de pensamentos parecidos com os seus. E quando se trata de música, também faço a mesma coisa que você. Ouço infinitamente até que já sei de cor e faço todo mundo ouvir comigo, já fiz isso com você rsrs, e quando encontro outra, faço a mesma coisa, e quando ouço a "antiga" relembro de todo o sentimentalismo que ela me transmitiu! ;) E só pra constar, quando a Malu gosta, gosta mesmo!!!
hahaha vcs que o digam, ne Cá? Já me ouviram até cantar essas músicas que tenho no repeat! :3 Omg!! Mas é por aí, penso que nessa coisa de gostar, ñ existe meio termo, ou se gosta ou não...
Beijos, Cá! E obrigada!
Oi Malu! Há algum tempo que eu devia ter comentado seu texto. rsrs Gostei muito dele, uma sensação de que estava sendo descrita aqui. hehe!
Adorei!
viva às meninas e meninos que quando gostam gostam mesmo! ;)
beijos!!!
Viva, Van! E nessa vibe, um viva especial pros Dears! <3 Beijinhos!
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