"Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… Detesto quem* me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia….” - Friedrich Nietzsche
Mesmo preferindo o quando em vez do quem, eu percebo que essa frase diz tanto de mim, do que penso sobre os encontros que se dão ao longo da nossa vida. Ninguém se cruza por acaso, eu sei. Afinidades e escolhas são mecanismos presentes em todas as nossas relações. Mas não compreendo ainda a razão de alguns vínculos, que embora inicialmente promissores, terminam por se desfazerem antes mesmo de se definirem dentro de nós. É, eu não entendo isso, e por essa causa talvez acabo sempre presa ao mesmo ponto... Mas, perdoem-me, talvez esse seja um assunto para outro post.
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