"Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os
meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"
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Era para ter sido um simples domingo. Eu ficaria em casa entretida com um filme, um livro e/ou a internet; dormiria, talvez, se o sono aparecesse. Um domingo comum, sem grandes emoções como tantos outros. E, confesso, se isso tivesse se dado de fato, não teria sido de todo ruim. Para ser bem sincera, prefiro a solidão do meu quarto à fazer programas que, embora as vezes divertidos, tem o condão de me renderem uma semana quase que inteira de cansaço. Mas, enfim, eu dizia que era para ter sido um domingo comum...
Mas, não. Não foi!
Hoje foi um dia que mais uma vez me mostrou que a vida é generosa demais; que, como aquele que pratica o "dar com a mão direita sem que a esquerda saiba", ela age de modo silencioso ao nos proporcionar encontros com pessoas especiais, almas afins que se dão e se doam inteiramente para a gente, e em contrapartida, também nos ganham por completo. Hoje novamente foi um dia que me fez perceber que, graças a Deus eu tenho algumas almas assim caminhando comigo, e é por isso que escrevo esse post agora, dedicado especialmente a duas delas.
Amigas, irmãs, "maridas", parceiras... São tantas as palavras que usamos para tentar definir o laço que existe entre a gente, mas, ainda assim, percebo que elas nem de longe expressam a verdade do sentimento que nos aproximou e nos mantém ligadas, próximas, mesmo agora que a distancia geográfica se tornou um obstáculo.
Elas que cruzaram meu caminho há pouco mais de três anos. Elas que - apesar do pouco tempo - já me conhecem e me compreendem como quase ninguém. Elas que me chegaram no momento em que eu mais precisei e me fizeram sentir ainda mais como se eu estivesse no colo de Deus. Elas que não enxergam tempo ruim, que seguem a risca o ensinamento do poeta que disse "quando a gente gosta é claro que a gente cuida". Elas que despretensiosamente me mostram a face mais bonita que o amor humano consegue assumir: a face da AMIZADE. Elas que, enfim, fizeram a simplicidade de um domingo comum se transformar em vários momentos de um dia especial.
Elas, Dara e Kel, pessoinhas para as quais eu falar que amo vai ser sempre repetir o que digo quase todos os dias, tentando expressar de uma forma muito pobre o sentimento de felicidade e gratidão por tê-las na minha vida.
Para elas meu amor de sempre e para sempre!
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