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Esse sentimento que vez e outra toma conta do coração humano, também vez e quase sempre se faz presente na alma das pessoas que vieram ao mundo sob condições físicas limitadas. Claro que para um observador, este modo de sentir do observado dificilmente vai ser perceptível; e, acredite, isso anda longe de ser o pior dos males. Pensando bem - e falando por mim -, até prefiro que o fato de eu me sentir impotente em determinadas circunstâncias passe despercebido para a maioria das pessoas. É que sei que um número bem restrito delas compreenderia de verdade esse sentimento e não veria nele uma rebeldia ou mesmo uma reação de alguém que sempre teve tudo o que quis - sim, já me disseram isso. Poucas enxergariam a verdadeira nuance do sentimento que se reveste principalmente da vontade de agir em favor do outro, de fazer por alguém que nos é extremamente caro pelo menos um terço daquilo que é feito por por nós. São esses os piores momentos, quando a gente vê o coração do outro sangrar e não pode fazer nada... São nessas horas que, particularmente, eu desejo ter pernas ágeis, braços fortes e mesmo aquele gesto mágico da Fada Bela que transformava todas as situações difíceis num piscar de olhos; tudo isso só para não ter que ver, impotentemente, as pessoas - principalmente as que eu amo - sofrerem.
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