20 de julho de 2014

Teimosa ou persistente, mas sempre eu

Não importa o número de vezes em que já dei de cara com a parede. Não tô nem aí se os portões que inicialmente me pareceram abertos, foram fechados de uma hora para outra, sem que eu tivesse tempo ao menos para voltar atrás. Esse tipo de encontro, com paredes e portões, são dolorosos, eu não posso negar. Mas dessa dor eu já entendo um pouco, já consigo lidar com a aflição que ela traz. Assim, mesmo cambaleando, eu levanto e não deixo que nada, nada mesmo me faça desacreditar. Algum dia, lá na frente, eu sei que não vão mais existir paredes, e que nenhum portão (nem coração) restará fechado!

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